De fato, um bom tempo sem postar nada.
domingo, 27 de julho de 2008
A esperança eterna por uma guerra mais amarga.
O bom Português.
1999, Escola fundamental, 2ª série.
- Então pessoal, vocês podem começar a fazer seus textos dizendo como foram sua férias.
- Rá! Que fácil:
"Minhas Férias
Minhas férias foram legais. Foi tudo muito legal. Conheci muita gente legal. E fiz muita coisa legal."
Professora, terminei!
- Ah sim, Guilherme. Deixe-me ver. Ah, muito bom. Só tem um problema, legal se escreve com "u", e não com "l" no final.
- Ahn? Por quê?
- Ora, como que você fala mingau?
- Mingau.
- E essa palavra termina com que letra?
- "U".
- Então, usando a lógica, legal seria com "u". Está vendo, Guilherme? Você não pode questionar quem está em um nível de inteligência muito avançado ao seu.
- .Sad
2000, Escola fundamental, 3º série
- Boa tarde, crianças! Como hoje é o primeiro dia de aula na 3ª série, eu quero ver como está o conhecimento lingüístico de vocês em uma redação dizendo o que vocês esperam deste nosso ano que vamos passar juntos.
- Rá! Moleza. Agora que eu já aprendi todas as regras de português com a professora Donizete no ano passado, minha redação será a melhor da sala:
" U qui eu inspero deci anu
Eu achu qui êci anu vai se muintu legau."
Professora, terminei!
-Ah, olá garotinho de cabela avantajada! Qual é o seu nome?
-Guilherme.
- Muito bem, deixe-me ver sua redação...Mas, meu filho!?! Que isso!?!?! É totalmente inaceitável que você esteja na terceira série sem ao menos saber escrever corretamente. Pelo jeito, teremos um ano muito árduo de se aguentar.
- Mas.....foi assim que a professora Donizete me ensinou a escrever no ano passado.
- NÃO SEJA INSOLENTE, SEU GAROTO! ESSA ESCOLA SÓ EMPREGA PROFESSORES DE ALTO CONHECIMENTO ACADÊMICO! AGORA VÁ SENTAR!!!
- .Sad
Diga-se, de passagem, que eu demorei um bom tempo para reaprender a escrever corretamente.
MALDITA DONIZETE!
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domingo, 6 de julho de 2008
Meu paraíso desta noite.
Party Picolé.
Isão: - Peraí, genthi. Deixa eu colocar no canal de black pra gente se divertir...Pronto. Olha, mano, a nova música da Fergie.
Gué: - Cara, essa música é trevosa demais pra mim.
Televisão: "Where my party, pa’ party party pa’ party people at?"
Patti: - Nossa, não parece que ela fala "Party Picolé"?!
Gué: - Nossa! Deixa eu escutar....Eita porra! Não é que é mesmo?!?! "Where my party, pa’ party party pa’ party PICOLÉ?"....haoihaoihOIHAOIHOAHAOIHOihoihoahooiioa....
Isão: - É, Guilerrrrrrme. Fica cantando assim errado, ai um dia você chega na frente do seu chefe, começa a cantar assim, e ele fala: "Nossa, mas que moleque burro no inglês."
Gué: - Claro, Isabela. Eu adoro dançar Fergie na frente do meu chefe. Aliás, o meu trabalho é esse. Seduzí-lo com minha dança erótica da Fergie....¬¬'
Isão: - Djum sei, né. Vai saber.
Patti: - Sua piriguete idiota!
É NO PARTY PICOLÉ
(é no party picolé)
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Todos os espinhos.
No Trabalho.
Sandra: - Bom dia, Gui. Tudo bom?
Gué: - Oi, mula. Tudo bom.
Sandra: - Ah, vou logo pra minha sala porque hoje o meu chefe tá estressado. Já tacou o grampeador na parede, gritou com três funcionários....Deixa eu ir lá.
Gué: - Tá, doida, vai.
Keice: (escondida) - BRUXA!
Sandra: (olhando pro alto) - Ahn?!? Meu Deus, quem foi que disse isso?
Keice: - BRUXA! BRUXA!
Sandra: - Quem estiver falando isso que apareça! Eu não tenho medo de você, seu espírito obsessor!
Keice: - BRUXA! BRUXA! BRUXA!
Sandra: (andando rápido) - Ai meu Deus do céu, me proteja nessa hora de tormento! Afaste qualquer energia negativa que esteja absorvendo a minha alegria, e......Ô Keice, porquê você tá abaixada aí atrás desse arbusto?
Keice: - É que eu tava escondida de medo de uma voz que tava gritando. (hihihi)
Sandra: - Nossa, você também ouviu?!? Acho que temos dons paranormais...
Gué: - Sandra, era a Keice que tava abaixada te chamando de bruxa. Ela só tá zoando com a sua cara. ¬¬'
Sandra: (chocada) -..........Filhos da puta.
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Tia Doida.
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sábado, 28 de junho de 2008
Tudo que eu preciso.
Preparativos para a Festa Junina
G:- Tia, vamos começar a fazer as bandeirinhas pra pendurar para a festa de hoje a noite?
Zeza: - Oxi, vamo sim!
G: - Tá, já peguei o barbante, a cola e as bandeiras. Vamos começar a colar. Qual cor de bandeira a senhora quer primeiro?
Zeza: - Ói, coloque vermêia. Pra dar um "tchan".
G:-...Tá. Qual agora?
Zeza: - Agora tu coloque uma amarela e uma branca.
G: Pronto, já colei.
Zeza: - Ah, mas tá tão sem graça. Coloca mais uma vermêia pra animar.
G: - Aham ( ¬¬').
Zeza: - Agora tome mais uma rosa, uma azul....e uma vermêia.
G: - Pô, tia! Mas que visual mais gótico você tá dando pra festa! Põe outra cor!
Zeza: - Ói, teu fio duma égua! Tu não se meta na minha decoração. Agora, tu coloca uma roxa, uma verdinha....e duas vermêia, pra animar mais esse pedaço do barbante.
G: - (Putaquemeopariu) Tia, vamos fazer o seguinte: vamos colorir mais essa festa. Só vermelho não dá! Eu vou lá dentro pegar mais papel pra fazer as bandeiras.
(alguns minutos depois)
Zeza: - Ói, Gui, tu demorou pra vim e eu colei as bandeira tudo sozinha.
G: - Mas tia, você só colocou bandeira vermelha!
Zeza: - Já disse, não se meta na minha decoração! Ninguém entende mais de festa caipira do que eu. ZÉ! Ô ZÉ! EU JÁ NÃO FALEI QUE EU QUERO ESSA PAREDE PINTADA DE VERMÊIA ATÉ AS DUAS HORAS?
Zé: - Porra, mas tu vai fazer um terreiro de macumba, vai, velha?
Zeza: - Não te importa! Juliaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanaaaaa! Já passou meu vestido vermêio? Mas tu não faz nada, né, tua cadela?!?!
Juliana: - AH MÃE! CHEGA DE ME ESTRESSAAARR! VOCÊ NÃO SABE QUE EU NÃO AGUENTO PESSOAS QUE GRITAM?!?!?!?!?! AHN?!?!?!
Zeza: - Ah, cale a boca! Eu tenho mais o que fazer. Vou na cozinha fazer salsicha ao molho vermêio, pudim com calda vermêia de morango, e batida de frutas vermêia...
Patti: - Gué!!! Alguém disse vermelho?!?!?! (sn)
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Parabéns, Coroa!
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
Disciplina.
Barrigada
Definitivamente, ser criança é uma tarefa de adulto. Se você diz algo totalmente certo e avançado para a sua idade, a pessoa que escuta a sua idéia rouba sua criação e ganha o mérito, já que você não teria capacidade intelectual para ter uma boa conclusão de algo. Se disser algo ridículo e estúpido, é esculachado como sempre, pois é pequeno e burro. Cabe a esses cabeçudos e gritantes seres apenas serem escravizados pela vontade de seus pais.
Comigo não foi diferente.
Desde quando me reconheço como ser humano, sabia que minhas vias nasais eram totalmente obstruídas, não sei se por catota solidificada ou carne esponjosa. Enfim, nas insanas e cruéis mentes de meus parentes, a melhor solução para aliviar a minha respiração seria a prática de um esporte que supostamente eu gostasse que, por total infelicidade do destino, era a maldita natação.
Não só o constrangimento de exibir meu tísico e contorcido corpo, a minha maior derrota sempre eram os desafios de resistência, os quais eu sempre ficava em último ou me afogava (ainda me lembro: “Vai Guilherme! Só mais 50 voltas de nado borboleta. Quase nada!”). Entretanto, mesmo sob tal tortura social, ainda conseguia sobreviver.
Até que, como se já não bastasse tudo o que passava, aparece como algo que surge do inferno, um maravilhoso campeonato de natação, o qual seria realizado na piscina Ibirapuera, tradicional em seus concursos de nado infantil. De fato, algo tenebroso. Vacilante, como se já esperasse a desgraça, teimo em não participar, mas, como não teria graça se eu não terminasse a história me fudendo, fui inocentemente induzido a fazer parte da competição.
No dia do campeonato, ainda me lembro bem, havia acordado com um pouco de náuseas, mas nada preocupante. Em meu café da manhã, havia tomado apenas um copo de chocolate gelado, e nada mais. E parto para o Calvário.
Para a minha total “alegria”, no meio do caminho entre a paupérrima cidade de Osasco e a piscina Ibirapuera, sou acometido por uma súbita ânsia de vômito, na qual os 200 ml de chocolate que se encontravam em meu estômago viraram quase dois litros de puro e denso vômito. Isso mesmo. Já comecei bem o meu dia. Não há quem não se sinta mais disposto para um campeonato depois de uma bela golfada. Enfim, após toda a vergonha, o mau cheiro, e o banho em um banheiro cheio de velhos tarados, sou vencido por minha teimosia em participar do campeonato.
Ah! Ainda me lembro de toda aquela glória! Estava na primeira raia, com uma minúscula sunga que parecia exageradamente grande em meu corpo, óculos de mergulho embaçado e touca de natação escondendo as grandes orelhas.
Estava pronto para a vitória. Após o estampido de uma bala e trinta segundos, eu estaria do outro lado da piscina acenando para os meus fãs. De fato, o estampido da bala aconteceu. E só.
Após ouvir o seco ruído, mergulhei jogando todo o meu peso sobre a água. Entretanto, um péssimo erro de inclinação angular de meu corpo em relação à água da piscina me fez cair em um perfeito ângulo de 180º, ocasionando assim um uma sonora e dolorosa barrigada n’água.
Atordoado pela dor, me contorcia na fria água, com os olhos ardendo pelo impacto aquático. Mesmo boiando sem me mover, penso: “Bem, é só eu me recuperar um minutinho e já partir nadando como uma bala, e ganhar desses novatos...”.
Três minutos depois me recupero, com o salva-vidas me puxando para a borda oposta da piscina, que já estava totalmente vazia. Até o mais estranho e deficiente concorrente já havia terminado a prova. E vejam só, fui muito aplaudido. Ao menos naquele momento servi para dar humor aos outros.
Realmente, eu sou fera nos esportes!
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sábado, 24 de maio de 2008
O Último dos Selvagens.
Recomeçando.
Preparativos para a Parada.
P:- All, me ajuda a pentear meu cabelo, honey?
All:- Claaro, queridinha. É pra já...
(5 minutos e 36 segundos depois)
P: - Nossa, All! Fala sério! Como você penteia bem, amiga! Meninas, meninas! Olhem o que o All fez no meu cabelo!
B: - Nossa, All, porque você não faz um salão de beleza?
I: - É, já pensou?! Poderia se chamar "All Hair"! HUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUHAUA!
All: - Quem é esse tal de "Áu Rér"?
I: - Você, Alcides.
All:- Ain, vocês também ficam falando meu nome em inglês. Vocês acham que eu sou bilingüe?
Evribári: - .........¬¬'.

Sim, essa é a Bixa Feia.
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domingo, 11 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Histeria.
O Tumor no Coração
Almoços familiares geralmente são marcados pela alta diversão, sertanejo "amansa-corno" e boa comida. Não no meu caso.
Sempre, mas sempre mesmo, em todas as churrascadas na casa da minha tia, os assuntos como novela, futebol, tricô e programa do Raul Gil eram esquecidos, e todos os olhares maléficos e torturadores eram voltados para o garoto de monstruosa cabeça: eu mesmo.
As críticas eram sempre as mesmas: eu estava muito rebelde, magro e parecia que tinha AIDS. Esses assuntos se repetiam em um círculo infinito, até a última labareda de fogo da churrasqueira se apagar. Minha tia, que mal gosta de falar mal, jogava a culpa de tudo em minha mãe, e dizia que se eu morasse com ela viraria um verdadeiro santo. Bla bla bla, gueré gué gué.
Atordoado por tantas bombas morais, decidi, em um revoltante dia de domingo de minha vida, que iria sim até minha tia escutar tudo o que me falavam, mas que iria causar um puta prejuízo de comida. Paguei de louco.
Lá estava eu. Em uma variedade de asas de frango queimadas, linguiças apimentadas e farofas oleosas, não hesitei um só segundo em pegar o máximo possível em menos tempo, fazendo assim, um verdadeiro prato de mestre de obras. Começo a minha vingança. A cada crítica recebida, uma mordida na carne era dada. Olhares tortos, garfadas de macarrão. Jogar a culpa na mãe era equivalente a uma bolota de maionese socada na boca. Naquela hora, eu era pior que qualquer nazista em dia de extermínio.
Entretanto, toda vingança tem seu preço. Meu estômago já estava pomposo e apertado quando eu cheguei na metade da refeição. Mas eu não podia parar. Era uma questão de dignidade. O olho do ódio já estava maior que qualquer coisa, quando que, por pegadinha divina, mais um trágico episódio ocorre em minha vida.
Cego pela obsessão de causar devastamento no banquete, sou iludido tolamente por um reluzente espeto de coração de galinha. Que poético! Tão redondinhos, tão assados, e tão... macabros. Em uma furiosa mordida, devoro um desses. A cada mastigada, a raiva era expulsa de meu corpo, como uma fonte de água límpida. Mastigada, expulsão, mastigada, expulsão, mastigada...Dor no dente?
Injustiçado pelo destino, creiam vocês meus caros colaboradores, sou agraciado por um corpo sólido e inquebrável dentro do coração da galinha. Estranhando aquele material, retiro da boca e vejo tal aberração. Uma minúscula esfera marrom estava alojada no interior do órgão assado. Era tão dura e rígida, que nem mesmo uma facada conseguia partí-lo. Não era uma artéria, nem mesmo um pedacinho de osso.
Até que me provem o contrário, aquele maldito material se tratava nada mais, nada menos, do que um legítimo: TUMOR DE CORAÇÃO DE GALINHA MARROM. Como se já não bastasse todas as críticas familiares, tenho que escutar ainda que eu não sei escolher coração de galinha bom pra comer.
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domingo, 20 de abril de 2008
Dias Passarão.
O Fantasma de Queijo Suíço.
O ano era 1995. Uma pequena criança de cabeça oblonga se prepara para dormir. Porém, na pequena casa de dois cômodos, o banheiro se situava no lugar mais inatingível de uma noite escura e fria: o outro lado do quintal. O tal local se tornou essencial para a pobre criança naquele momento, para evitar qualquer acidente úmido no decorrer da noite. Sua mãe, a Velha Paupérrima, era a única que se atrevia a desafiar a ventania noturna e se arriscar na longa jornada de três metros até o cubículo sanitário para levar sua cria.
Era quase meia-noite. Nenhum ronco de motor de ônibus ou briga de vizinhos era ouvida. Como de praxe, a figura materna coloca seu filhote no colo e inicia a difícil missão de levá-lo ao sanitário para fazer suas necessidades de ser vivo. Mas, como toda missão, obstáculos haviam de aparecer. Eis que surge o pior pesadelo do humanóide de quatro anos.
Usualmente, um velho lençol amarelo e furado era lavado pela velha mulher e colocado no varal para secar no decorrer da noite. Mas o que nem mesmo a guerreira senhora sabia era que, na obscura madrugada, o tal retalho de pano não continuava a ser o que era. Ocorria uma horrível metamorfose, que o transformava no pior ser já visto em vida por alguém: o Fantasma de Queijo Suíço.
Essa tal figura, não contente em ganhar a vida na Terra todas as noites em que era estendido no varal, tinha como passatempo preferido atormentar a criança horrenda habitante da modesta casa. Como o tal garoto era o único que podia vê-lo, o maroto fantasma sabia o que fazer. Toda vez que mãe e filho saíam para atravessar o quintal, o Fantasma não hesitava em soltar seu mais tenebroso grito de agonia. Uma facada de medo e desesperança atravessando a espinha da criança, o grito era inconfundível. Era muito similar a gritos nupciais de dois gatos, por incrível coincidência. Mesmo sendo feito inteiramente de queijo suíço, por causa de seus furos; o ser sobrenatural se tornava totalmente fluorescente sob a luz lunar. Não havia escapatória. O Fantasma de Queijo Suíço era imbatível e imortal. Ao pobre garoto, só restava a última opção de defesa de todo ser humano: o choro incontrolável.
A senhora, atordoada pelo medo de seu filho, só podia fazer uma coisa: enfrentar o tal monstro. Era simplesmente uma batalha horrível. A distinta amazona atacava o ser com toda sua força e ambos rolavam lutando pelo ar. Favorecido pela força do vento, o maldito Fantasma atacava a guerreira se enrolando em seu corpo. Porém, para sua surpresa, a dama utilizava a milenar técnica doméstica de "Extração de Prendedor de Roupa". Era o golpe fatal do monstro. Fraco e já sem nenhuma força, a criatura podia ser facilmente dobrada e confinada à sua eterna prisão: o cesto de roupas para passar. Ali acabava todo o medo daquela casa, e mais uma tranqüila noite podia ser desfrutada. A única coisa ruim de tudo isso era quando o lençol sujava novamente e, após lavado, tinha que ser estendido no varal mais uma vez. E todo o drama começava.
Baseado em fatos reais.
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sábado, 5 de abril de 2008
Você é a verdade, não eu.
[off] Após milhares e milhares de votos, a enquete "Qual a pior ameaça da atualidade?" foi definida. O vencedor em disparada foi.........VILLAGE PEOPLE NO BRASIL!
Realmente, uma ameaça e tanto. Agradeço a toda a população brasileira pela votação, que, incrivelmente, bateu todos os recordes de pontuação já vistas no Blogger. Pois é.... Cerca de 100 milhões de votos. Meu Deus, quanta coisa! Nem "Bigui Brodi" tem tudo isso.
[on] Sim, por enquanto não tenho nada a postar. Mas podem esperar....Estou planejando uma coisa bem maquiavélica contra vocês....
MWAHAHAHAHAHAHAHWAHAHAHAHAHAHHAHAHA.......respira....AHHAHAHHAHHHAHA..COF,COF,COFWFAFAFFAFAFA...AAAHAHWAHAHA.....COF...
É isso ae.
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